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Arquivo para a categoria ‘Anabolizantes e Ciclos’

Uso de anabolizante exige acompanhamento rigoroso, alertam médicos

São Paulo – Os hormônios esteroides promovem o crescimento de tecidos, especialmente muscular e ósseo. As substâncias, derivadas de testosterona, o hormônio sexual masculino, despertam interesse em gente que busca uma melhora estética. Indicação médica e acompanhamento laboratorial, especialmente da parte hepática, fazem parte da fórmula para se evitar danos. “Homens adultos, normalmente acima de 50, 55 anos, que apresentam redução na produção de testosterona, podem fazer uso como reposição hormonal”, explica o endocrinologista Felippo Pedrinolla.

O nutrólogo Thiago Volpi acrescenta à lista de problemas quadros de anemia grave, osteoporose, pacientes HIV positivos com perda importante de peso e crianças com déficit de crescimento.”É obrigatória a prescrição médica e o controle da dosagem”, alerta Volpi. “O uso indevido é realizado, em sua maioria, por atletas, profissionais ou amadores, na busca por um físico forte”, diz Pedrinolla.

Usados sem controle, no curto prazo, podem levar a efeitos colaterais como a redução da produção de esperma e da libido, impotência, calvície e aumento das mamas (ginecomastia). O uso contínuo pode levar a câncer no fígado, na próstata, elevação do colesterol, da pressão arterial e fibrose testicular. “Os hormônios funcionam como uma orquestra, qualquer mudança pode alterar tudo”, diz Pedrinolla.

Especialista em alimentação e suplementação esportiva, e atleta campeã de Body Fitness (campeã paulista, brasileira, 3ª colocada no Sul Americano e 7ª colocada no Mundial da categoria), a personal trainer Gilmara Chaves reforça os cuidados necessários para o uso de esteroides anabólicos. “Não podemos fechar os olhos. É tentador conseguir a musculatura desenvolvida com maior velocidade, mas existem diversos problemas de saúde associados ao uso excessivo.”

Deborah Bresser

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  • Ciclos anabolizante

    maio 20, 2009 1 comentário

    Quais são os caminhos comuns que são seguidos de usar esteróides anabolizantes? Familiarize-se aqui.

    Esteróides são uma grande parte da indústria moderna fisiculturismo. Esteróides anabolizantes são uma classe de hormônios esteróides naturais e sintéticas que promovam o crescimento ea divisão celular, resultando no crescimento de vários tipos de tecidos, especialmente músculos e ossos.

    Pessoas que tomam esteróides anabolizantes seguem um padrão de uso , Vulgarmente designado por esteróides anabolizantes ciclos. O objectivo de seguir essa rotina é normalmente duas vezes. Um deles, os utilizadores optar por tomar o medicamento em esporádicos pré-determinados intervalos de modo a minimizar os efeitos secundários. Em segundo lugar, a dose é concebido de modo a acelerar a chance de encontro o resultado final mais cedo do que de outro modo.

    Termos como bicicleta, empilhar e pyramiding comuns referem-se a técnicas utilizadas como parte do esteróides anabolizantes ciclos. Eles são brevemente explicadas abaixo:

    Ciclismo

    Este termo é usado apenas para referir a uma hora é a esteróides. Ciclismo é o padrão de uso em que doses múltiplas de um determinado medicamento são programados durante um determinado período de tempo, parando depois de algum tempo e, depois, retomando a mesma rotina novamente terepharmacy.com.

    Empilhamento

    Empilhamento é semelhante ao ciclismo, mas distingue-se no sentido de que, enquanto ciclismo envolve um tipo de droga, empilhamento geralmente envolve dois ou mais diferentes esteróides anabolizantes, misturando oral e / ou tipos injetáveis e, às vezes, até mesmo incluindo compostos significava que são de uso veterinário. Empilhamento se recorra à na crença de que duas ou mais esteróides irá produzir efeito mais pronunciado do que cada medicamento tomado individualmente. Esta teoria não tem no entanto sido testados cientificamente.

    Pyramiding

    Neste caso, o utilizador terá início a um patamar baixo, escalada lentamente a dose com o tempo, quer pelo aumento do número e frequência de uma única droga ou fazê-lo com múltiplas drogas pinnacle seja alcançado até o meio caminho, sendo a dose é reduzida progressivamente, em última análise, para aproximá-lo a zero. Como se pode ver, pyramiding é um desdobramento de uma das ciclismo ou empilhamento embora o uso padrão difere de ambos. Os usuários normalmente pirâmide suas doses em ciclos de 6 a 12 semanas.

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  • Fortalecendo um equívoco: o uso de anabolizantes

    Por Guilherme Martins

    A cultura da forma perfeita, dos corpos torneados e músculos definidos viraram uma obsessão para os jovens. Porém, o único problema é que alguns deles não estão dispostos a conquistar o corpo perfeito da maneira correta – através dos exercícios – e acaba aderindo a um método mais fácil, rápido, além de altamente perigoso e prejudicial à saúde: o uso de esteroides.
    Os esteroides são derivados sintéticos da Testosterona. A Testosterona é responsável pelo normal crescimento e desenvolvimento dos órgãos sexuais do homem, bem como pela manutenção das características secundárias, como a voz, alterações na musculatura e na distribuição de gordura no corpo.
    Um levantamento do Centro Brasileiro de Informações sobre Drogas Psicotrópicas (Cebrid) indicou que o número de jovens que usam anabolizantes vêm crescendo nos últimos anos, chegando até a triplicar em relação a 2001, quando o número de usuários era de 540 mil. Hoje são cerca de 1,2 milhão.
    Uma outra pesquisa divulgada pelo Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade de São Paulo atestou que o uso destas drogas pode até estimular a agressividade.
    O problema em Itu
    Itu já foi considerada a capital nacional dos esteroides. “Muitas pessoas vêm de fora da cidade para comprar anabolizantes de pacote aqui em Itu e revender para fora”, afirma o instrutor de musculação Bruno Renato Rosalem, que atualmente dá aulas na academia Alfa Fitness.
    Entre as bombas vendidas, destacam-se a Winstrol e a Dianabol, que “trabalham” com o fígado, aumentando o risco de câncer, hepatite e outras doenças graves; e a Durateston, Testogam, Testosterona e Primobolam que “agem” na próstata.
    Confira a lista de anabolizantes mais vendidos e seus efeitos secundários que podem resultar até na morte do usuário.
    Fraca Promessa
    A principal promessa dos anabolizantes é deixar o usuário com o corpo definido exigindo pouco esforço. “Os jovens são muito ansiosos e querem o resultado logo de cara”, conta Rosalem. De acordo com o professor, é muito fácil identificar o usuário dessas drogas, já que elas costumam ”inchar o corpo“.
    Rosalem explica que alguns jovens buscam uma confirmação social e se destacar do grupo. “Falta preparo psicológico, informação, controle e acompanhamento. A gente sempre indica o caminho certo, mas não tem como controlar”, lamenta.
    O vice-campeão paulista de kick-boxer, Cristiano Roberto, de 35 anos, diz que aconselha muitos jovens a não seguirem esse caminho, mas suas dicas nem sempre são ouvidas. “Esses jovens querem antecipar o desenvolvimento natural e não pensam nas consequências, vão contra as orientações em busca do corpo perfeito”.

    O estudante Elton Bovani, de 17 anos, não recomenda o uso de esteroides. “Essas coisas estragam o corpo e infelizmente eu conheço muitos colegas que usam”.
    Força natural
    A maioria dos jovens adere aos anabolizantes por não conseguir massa corporal somente com os exercícios e em pouco tempo. Porém isso também pode estar associado ao organismo de cada um.
    A nutricionista doutora Roberta Cassani afirma que a construção de massa muscular pelo organismo é algo trabalhoso. O primeiro ponto a ser checado é se a dieta habitual do individuo está equilibrada, em termos de ingestão qualitativa e quantitativa de nutrientes. “Caso ela [a dieta] esteja equilibrada, deve ser verificado por quanto tempo o individuo já desempenha os exercícios físicos, e exatamente qual o tipo de atividade”, explica.
    E finaliza. “Um profissional adequado deve ser procurado, para que um plano alimentar seja traçado, em cima das necessidades de cada um”.
    Portanto, antes de decidir qual caminho seguir, pense bem e reflita bastante se é apenas o seu corpo que precisa ser exercitado.

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  • Anabolic Burst Cycling of Diet and Exercise (ABCDE)

    Essa dieta promete mais músculos e menos gordura rapidamente!
    Varios relatos de bodybuilders que usaram essa técnica, apontam efetividade similar ao uso de anabolizantes, tanto para aumento da massa magra quanto para redução de percentual de gordura corporal. Essa teoria foi desenvolvida pelo sueco Torbjorn Akerfeldt, da Universidade de Uppsala e corrobora com alguns pontos em que eu acredito, sendo o principal deles seria o princípio da adaptação orgânica, ou seja, para resultados mais contundentes no treinamento físico devemos evitar que o corpo acostume com o tipo do treino e com a carga proposta, pois isso reduziria os ganhos drasticamente e ao meu ver isso é o grande erro de quem busca grande resultados sem recorrer a anabolizantes esteróides.

    O objetivo dessa teoria seria fazer exatamente isso, mas não em relação ao treinamento mas sim à dieta. Quando consumimos mais calorias o corpo tende a armazenar esses excedentes independente do tipo de nutriente ingerido (CHIANG,1988).

    A partir destas duas bases, superalimentação e adaptação metabólica, Torbjorn montou sua teoria ABCDE, a qual consiste em alternar duas semanas de alta ingestão calórica com duas de baixa ingestão. O período de duas semanas foi encontrado a partir de resultados do estudo de FORBES et al (1989) onde um aumento de 1.200 a 1.600 calorias ocasionou elevação de IGF-1, testosterona e insulina, sendo que a última dobrou em 14 dias, porém após o 14° dia de superalimentação as taxas destes hormônios voltaram a cair. Ao final da pesquisa – que não incluiu musculação em sua metodologia e foi realizada em mulheres – os indivíduos ganharam em média entre 1,5 e 3 quilos de massa magra, além é claro de alguns gramas de gordura.

    JEBB et al (1996) realizou em estudo em homens e verificou ganhos médios de 2 quilos de massa magra e 0,9 de gordura em apenas 12 dias quando submetidos a dietas hipercalóricas (3.600 kcal). Após estes doze dias, os indivíduos foram submetidos a restrição calórica (consumindo somente 1.000 kcal por dia) e perderam em média 2 quilos de gordura e apenas 1 de massa muscular. Calculando: gordura = 0,9 – 2 = -1,1 Kg; massa magra = 2 – 1 = 1 Kg. Ou seja, ao final havia 1 quilo a mais de massa magra e 1,1 a menos de gordura que no início (sem atividades físicas incluídas na metodologia)!! A sobrealimentação se mostrou mais anabólica do que o treinamento com pesos propriamente dito. O que passa na cabeça de muitos nesse momento é: imagina se eles praticassem musculação!! Podemos supor que o aumento na massa magra durante a superalimentação não é necessariamente devido ao aumento na massa muscular porém um estudo de DÉRIAZ et al (1992), comprovou o contrário.

    Um dos mecanismos fisiológicos destes ganhos seria respondido pela teoria do bag stretching. Durante a fase de saturação do método ABCDE as células ficam cheias com glicogênio, água, aminoácidos e gorduras. De acordo com HÄUSSINGER (1990 e 1993) e MILLWARD (1995) neste estado as células se “esticam”, aumentando de tamanho, o que causa um remodelamento do tecido conectivo e favorecendo o crescimento da fibra muscular. Após a célula estar “cheia” e as condições hormonais forem favoráveis, podem, segundo Torbjorn Akerfeldt, acontecer duas coisas: aumento das proteínas contráteis (actina e miosina); e a ativação de células satélites e conseqüente aumento do número de núcleos celulares. Considerando que o DNA está presente no núcleo celular e que é a partir dele que se forma o RNAm, o qual , por sua vez, comanda a síntese protéica, então …

    A recomendação de Torbjorn Akerfeldt para encontrar o total de calorias no período de supercompensação é que se multiplique o peso corporal por 27 e some o total com 1.500 (por exemplo se você pesa 90 quilos, 90 x 27 + 1.500 = 2430 + 1500 @ 4.000 kcal). Na fase hipocalórica a ingestão de calorias é igual ao produto do seu peso por 18 (90 x 18 = 1.600 kcal). Estes números são médias e podem variar muito, dependendo do metabolismo e do tipo de atividades diárias, caso não ocorra ganho de peso na fase hipercalórica Torbjorn Akerfeldt recomenda acrescentar 500 calorias diárias a dieta, se não ocorrer a redução ponderal na outra fase, a recomendação é reduzir a ingestão calórica em 300 calorias. Durante a fase hipocalórica deve-se tomar cuidado com a hipoglicemia, a recomendação é: distribuir bem suas refeições em pequenas e numerosas porções ao longo do dia. Outra indicação do sueco é a ciclagem de proteína durante a fase hipocalórica, alternando três dias de baixa ingestão (1 a 1,2 g/Kg) com três de alta ingestão (2 a 2,5 g/Kg).

    Para Torbjorn Akerfeldt deve-se ajustar o treino de acordo com a dieta, ou seja, treinar pesado na fase hipercalórica e diminuir a intensidade na hipocalórica. O cientista não recomenda esta dieta para obesos, usuários de drogas que afetem o sistema endócrino ou portadores de disfunções endócrinas ou metabólicas que possa ser agravadas pelo sistema ABCDE.

    A teoria de Akerfeldt é muito interessante e eficiente na maioria dos casos, mas existem pontos que eu não concordo como a necessidade de exercícios aeróbios, realizados preferencialmente em jejum pela manhã, recomendando inclusive a ingestão de cafeína.

    Na fase hipercalórica o sueco recomenda alongamentos intensos durante o treino, esta aí mais um ponto de discórdia, pois tais alongamentos, podem teoricamente levar a lesões. O alongamento é comprovadamente útil no processo de hipertrofia, porém deve ser feito racionalmente (ver matérias no site).

    A dieta ABCDE parece ser muito boa para pessoas predominantemente ectomorfas (magras) e, em alguns casos, mesomorfas, mas deve ser evitada por endomorfas. Estou apresentando uma teoria relativamente nova e que pode parecer absurda para alguns e ao mesmo tempo atraente para outros. Não pretendo que teorias mostradas por mim sejam tidas como verdade absoluta ou a solução de todos os problemas. Só conhecendo o nosso corpo e as diversas maneiras de estimulá-lo é que teremos nossos resultados otimizados.

    Lembre-se: use as informações com responsabilidade e senso crítico e procure um profissional antes de submeter-se a qualquer dieta ou programa de atividades físicas.

    Anabolizantes em suplementos é uma ameaça à saúde

    março 19, 2009 Deixe um comentário

    Um levantamento da Secretaria da Saúde do Estado de São Paulo, baseado em análises de 111 amostras apreendidas em academias de ginástica do interior e da capital de São Paulo, constatou que um, em cada quatro suplementos vendidos para praticantes de atividade física, possui em sua fórmula esteróides anabolizantes não declarados no rótulo.

    Os produtos foram apreendidos pela polícia e pelos serviços de vigilância sanitária durante o ano de 2007 e analisados pelo Instituto Adolfo Lutz. A presença de substâncias proibidas em suplementos alimentares coloca os praticantes de atividades físicas em situação de grande risco.

    Os anabolizantes, quando tomados sem orientação médica, podem causar inúmeros males à saúde: acne, impotência sexual, calvície, hipertensão arterial, esterilidade, insônia, dor de cabeça, aumento do colesterol ruim, problemas cardíacos, crescimento indevido de pêlos, engrossamento da voz e distúrbios testiculares e menstruais. “Outro efeito colateral desagradável é o crescimento anormal das mamas no sexo masculino, que chamamos de ginecomastia”, afirma o cirurgião plástico Ruben Penteado, diretor do Centro de Medicina Integrada.

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