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Quem malha quer ver resultados para persistir no esforço, né! Mas saiba que não basta pegar pesado na carga. O professor de Educação Física Marcelo Capella, da academia SP Fit Club, em São Paulo, dá 10 dicas para turbinar o treino.
1. Diminua as séries e aumente as cargas
Geralmente, os professores indicam três séries, de doze ou quinze repetições e mesma carga, para cada exercício. Mantenha as três séries, mas varie a carga e o número de repetições. Comece com doze movimentos no peso que você encerrou o último treino e aumente o peso na segunda série, fazendo dez movimentos. Para terminar, aumente o peso novamente e faça oito repetições.
2. Combine exercícios
Em vez de fazer um exercício de cada vez, combine dois deles para o mesmo músculo, intercalando as séries de um e de outro. Isso agiliza o ganho de massa, porque exige um pouco mais do músculo, potencializando o treinamento em geral.
3. Volte a carga bem devagar
Na hora de erguer o peso, faça o movimento com máxima intensidade. Chegue ao limite e volte devagar. No retorno à posição de repouso, as fibras musculares sofrem microlesões, fazendo com que a recuperação leve ao aumento de músculos.
4. Esgote os músculos
Após suas três repetições habituais, diminua o peso no aparelho (pode colocar uma carga de nível leve) e repita o movimento bem rapidamente, várias vezes. Pare apenas quando sentir queimar. Assim, seu músculo trabalha no limite e é obrigado a se fortalecer com urgência. Só não exagere, prevenindo-se de lesões que impediriam o treino.
5. Comece trabalhando músculos grandes
Isso exige maior esforço e os músculos pequenos atuam como auxiliares. Por exemplo: treine peito antes de treinar bíceps. Treine quadríceps antes de estimular os glúteos.
6. Combine aparelhos e peso livre
O exercício com peso livre, geralmente, é mais difícil de ser executado, enquanto o exercício com aparelho isola melhor o músculo.
7. Aumente a carga todos os treinos
Em vez de ficar por um mês trabalhando com a mesma carga, troque o peso a cada treino, de acordo com sua capacidade. Isso estimula seus músculos a se desenvolverem.
8. Espere um minuto entre as séries
O ideal é descansar um minuto, repetindo a série com mais potencia. O intervalo é necessário para garantir a intensidade do treino.
9. Respire na hora certa
Quando estiver na fase de contração muscular, inspire. E, na volta do movimento, expire. O trabalho dá mais energia para o treino e, pela contração do abdômen, protege sua coluna.
10. Descanse o corpo
Você precisa de, pelo menos, um dia de descanso entre um treino e outro. Esse tempo é necessário para o seu corpo se recuperar das microlesões ocorridas na musculação. Se quiser treinar durante todos os dias da semana, peça ao professor que divida seu treino em dois (um dia para braços, peito e costas e outro para pernas e glúteos, por exemplo).
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Um segurança morreu após sofrer três paradas cardíacas que foram provocadas por uso de anabolizantes. Jorge Antônio Alves, mais conhecido por “Jorjão”, chegou a ser internado no Ortotrauma, na última quinta-feira, no bairro de Mangabeira, em João Pessoa, segundo amigos do homem que não quiseram se identificar. Na unidade de saúde, ele recebeu atendimento médico, no entanto não resistiu às complicações no coração e faleceu.
SEPULTAMENTO
“Jorjão” trabalhava no Centro de Apoio Psicossocial (Caps – Gutemberg), vinculado à prefeitura de João Pessoa. O Centro fica localizado no bairro de Miramar. O corpo do homem foi levado para o Serviço de Verificação de Óbitos do Hospital Universitário de João Pessoa. Depois, seguiu para a Central de Velórios São João Batista, conforme informações de funcionários do local.
Em seguida, o segurança foi encaminhado para o sepultamento no cemitério Santa Catarina, às 16h de ontem. Jorjão era conhecido entre motoristas da Secretaria de Saúde por utilizar anabolizantes.
Jornal da Paraíba postado por.zequinha fotografias
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Somente com orientação Mulheres consomem suplementos para melhorar a estética

Em busca de melhorar a estética do corpo, cada vez mais mulheres estão fazendo o uso de suplementos durante a malhação. Apesar de serem vendidos sem prescrição médica em academias, internet e até por personal trainers, essas substâncias podem causar diversos efeitos colaterais quando consumidas sem a devida orientação. De acordo com a nutricionista Rida Sabbagh, os suplementos só devem ser usados quando há acompanhamento de um médico.
Sabbagh explica que os suplementos podem ser usados como complementação alimentar e que o ideal é não usar as substâncias e sim ter uma alimentação adequada. “É claro que com a correria do dia-a-dia muita gente não tem tempo de comer corretamente, então um médico pode avaliar que determinado paciente precisa de suplementos”, contou. Sobre os efeitos colaterais por uso indevido, a nutricionista alerta para o risco de tumores no rim, fígado, útero, ovários e mama. Além de poder sobrecarregar o rim.
A jornalista Fabiana Teixeira, 34 anos, faz uso de suplementos com acompanhamento de um nutricionista. “Como eu não tenho uma alimentação adequada para o meu treinamento, meu médico me indicou o uso de suplementos”, afirmou. Ela costuma ir à academia todos os dias, quando não consegue fazer seus exercícios não usa os suplementos.
As substâncias mais usadas por mulheres são as proteínas, as que dão massa muscular e o BCA, que é indicado para atletas de alta performance. Segundo o personal trainer Jeorge Silva Araújo, antes elas tinham medo de engordar ao consumir algum suplemento. “Com a chegada de produtos específicos para mulheres, aumentou muito o número de usuárias”, disse. O medo da celulite, estria e pele flácida também é um dos motivos para o uso dos suplementos.
O ex-atleta e proprietário de academia André Ibrahim Issa Halah, acredita que é possível ter um bom condicionamento físico sem o uso de suplementos e que o esporte pode passar de aliado a inimigo da saúde em certos casos. “O meu conceito de saúde é encontrar um equilíbrio entre a vida social, o trabalho e o esporte. O exagero sempre faz mal”, disse.
Anvisa faz alerta para consumidores
Nos Eua, o órgão responsável por regulamentar o consumo divide as substâncias em três classes, alimentos, suplementos e medicamentos. Já no Brasil, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) usa somente duas classes, alimentos e medicamentos. “Os suplementos estão em alimentos, por isso são vendidos livremente no mercado, o que é um erro”, afirmou a nutricionista Rida Sabbagh. Mesmo substâncias não aprovadas pela Anvisa podem ser facilmente importadas por meio de vendas pela internet, como é o caso da creatina.
A nutricionista alerta para o uso desses produtos não aprovados pela Anvisa, pois muitos contêm anabolizantes e componentes químicos que causam dependência.
O ex-atleta Halah se preocupa com essa prática. “Esse é um mercado que rola muito dinheiro. Suplementos parecidos são usados irregularmente na engorda de bois, só que isso está acontecendo com os nossos filhos”, disse.
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A hérnia de disco é consequência do desgaste da estrutura entre as vértebras que, na prática, funcionam como “amortecedores” naturais do impacto entre elas. Assim, quando a estrutura se desloca, acaba comprimindo os nervos da região e causando dores e até incapacidades motoras. No entanto, quando não tratada, a hérnia de disco pode causar problemas mais graves, podendo até levar o paciente a ficar tetraplégico em casos extremos, como um relatado recentemente na novela Viver a Vida*.
“Ao não tratar a hérnia de disco adequadamente, além de lidar com as dores e desgastar ainda mais as vértebras, os pacientes podem sofrer com problemas decorrentes da doença. Já, quando diagnóstica – de acordo com o caso, a doença pode ser tratada por meio de fisioterapia, medicamentos (prescritos por um médico) e exercícios físicos bem orientados, como pilates e musculação”, explica Helder Montenegro, fisioterapeuta osteopata e fundador do Instituto de Tratamento da Coluna Vertebral.
Hérnia de disco
Segundo pesquisa publicada na Revista da Academia Americana de Cirurgiões Ortopédicos, apenas 10% das hérnias de disco necessitam de cirurgia para serem tratadas, ou seja, tratamentos convencionais como a fisioterapia, medicamentos prescritos por um médico e exercícios físicos podem solucionar 90% das hérnias.
“A idade média para o aparecimento da primeira crise de dor é de aproximadamente 37 anos e pelo menos há uma década, em 76% dos casos, há antecedente de dor lombar. Com estes estudos sendo apresentados, muitos pacientes têm evitado a cirurgia no primeiro momento e buscado técnicas como a Reconstrução Músculo-Articular da Coluna Vertebral, que une o trabalho da fisioterapia manual com a tecnologia das mesas de tração e descompressão e do Stabilizer – equipamento que condiciona o paciente a usar o músculo transverso do abdômen, e exercícios de musculação”, completa o fundador do Instituto de Tratamento da Coluna Vertebral.
Sobre o ITC Vertebral
O Instituto de Tratamento da Coluna Vertebral, fundado pelo professor de pós-graduação e fisioterapeuta Helder Montenegro, oferece a técnica exclusiva de “Reconstrução Músculo-Articular da Coluna Vertebral – RMA da Coluna Vertebral”, que utiliza técnicas da Fisioterapia Manipulativa, Mesa de Tração Eletrônica, Mesa de Descompressão Dinâmica, Estabilização Segmentar Vertebral e exercícios de musculação. Com o reconhecimento e o respeito de fisioterapeutas no mundo inteiro, a técnica tem ganhado espaço no mercado brasileiro devido ao elevado índice de bons resultados para pacientes que sofrem de dores nas costas. O ITC Vertebral possui clínicas em Fortaleza, Sorocaba, São Paulo, Manaus, Santos, Rio de Janeiro, Natal, Vitória e São Luís.
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