Karina Bacchi diz que é viciada em musculação e que tem só 11% de gordura corporal

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Academia, dieta, foco! Karina Bacchi já sabe o que a faz manter o peso e o abdome sarado conquistados com horas de musculação. Aos 38 anos, a atriz mostra a barriga trincada, resultado de alimentação saudável e treinos, e conta que aprendeu a cuidar do próprio corpo, aos 55kg, sem exigir resultados imediatos:

- Adquiri muita disciplina nos treinos e a isso atribuo o ganho de massa muscular e o meu corpo atual. Fiz uma lipoaspiração aos 19 anos e não me arrependo. Sei que, para mim, naquele momento foi legal, mas hoje procuro métodos menos radicais para melhorar minha forma física. Não entro numa sala de cirurgia por mais nada!

 

Karina Bacchi é adepta de musculação e dieta balanceada para manter a forma

 

 

 

 

 

 

Academia, dieta, foco! Karina Bacchi já sabe o que a faz manter o peso e o abdome sarado conquistados com horas de musculação. Aos 38 anos, a atriz mostra a barriga trincada, resultado de alimentação saudável e treinos, e conta que aprendeu a cuidar do próprio corpo, aos 55kg, sem exigir resultados imediatos:

- Adquiri muita disciplina nos treinos e a isso atribuo o ganho de massa muscular e o meu corpo atual. Fiz uma lipoaspiração aos 19 anos e não me arrependo. Sei que, para mim, naquele momento foi legal, mas hoje procuro métodos menos radicais para melhorar minha forma física. Não entro numa sala de cirurgia por mais nada!

Acostumada a ouvir incentivos para manter o corpo atual, a apresentadora também virou referência para os seguidores nas redes sociais.

- Fico feliz em ser referência de algo positivo, mas é importante praticar exercícios com um personal trainer e ter um médico nutricionista acompanhando tudo de perto para não errar. As pessoas falam muito da definição do abdome, da definição do corpo… Isso me estimula muito a continuar – conta ela, que chama a atenção pela diminuição da quantidade de gordura no corpo: – Agora estou com 11%, antes tinha 20%. Já acho que atingi o nível de ver a academia como viciante! Pela primeira vez na vida, sinto vontade de ir. E olha que faço, seis vezes por semana, de 45 minutos a uma hora de exercícios físicos.

Karina Bacchi, com 55kg, mostra barriga trincada ao fazer 'Desafio do gelo'

Para manter o físico e a mente sãos, Karina já foi adepta de atividades como ioga e meditação. Hoje, colhe os frutos do preparo da consciência.

- Fiz por 15 anos, e essas atividades me ajudaram muito a ter o equilíbrio de hoje – conta ela, que lida com bom humor com a chegada aos 40 anos: – Dou valor à minha rotina de exercícios e sempre vejo o lado positivo da vida. Isso faz bem à mente.

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Construindo Ombros de Aço – Dicas

Amigos, usando essas técnicas precisas, vocês terão uma grande melhora nos seus ombros. Ombros são um grupo de músculos que respondem muito bem às séries gigantes e super séries, sem descanso entre elas, levando à total exaustão. Essas séries bombeiam mais sangue para dentro do seu ombro do que você vai sentir com séries pesadas. Quanto mais se bombeia sangue para dentro do músculo, melhor as fibras respondem. Elas estão sendo oxigenadas, divididas e trabalham independentemente umas das outras, forçando-as a continuar a trabalhar, enquanto estão em um estado mais vulnerável. Você vai forçar mais ácido lático para dentro dos seus músculos, sobrecarregando-os, não dando muita chance pra ele sair.

Eu acredito que você constrói uma tolerância ao ácido lático. Implementando um programa de super séries ou particularmente, de séries gigantes com pesos moderados – e esses não devem ser usados por muito tempo, pois você eventualmente precisa aumentar o peso – você alcançará respostas mais expressivas. Os ombros são mais parecidos com os gêmeos e abdominais. Eles se recuperam muito mais rápido, necessitando de outra série logo em seguida. Aqui estão alguns exemplos de séries gigantes que costumo fazer. Com essa combinação, você vai melhorar seu ombro em curto espaço de tempo.

 

TREINO:

  • MILITAR SENTADO COM HALTERES – com 60% do peso máximo: 1 X 15;
  • ELEVAÇÃO LATERAL – com 50% do peso máximo: 1 X 15;
  • GRANDE REMADA – com 45% do peso máximo: 1 X 5;
  • ELEVAÇÃO FRONTAL SENTADO COM BANCO INCLINADO – com 45% do peso máximo: 1 X 15;
  • POSTERIOR EM PÉ COM TRONCO INCLINADO COM HALTERES – com 35% da carga máxima: 1 X 15;

 

Faça 3 passagens com descanso de 2 minutos entre cada uma, depois faça uma série descendente para elevação lateral no cross over.

Exemplo:

  • 85% do peso máximo: 1 x 10;
  • 50% de peso máximo: 1 x 15;
  • 25% de peso máximo: 1 x 20.

BONS GANHOS, BOM TREINO!

 

Whey Protein – Tudo Sobre A Proteína Mais Utilizada Por Praticantes da Musculação

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Whey Protein é a proteína do soro do leite extraída durante o processo de transformação do leite em queijo.

As principais vantagens de fazer o uso de Whey Protein ao invés de outras fontes de proteínas, seriam elas:

  • Maior valor biológico (VB 100), para se ter uma ideia, o valor biológico do frango está em 79, do peixe 83, carne vermelha 80, ovos de 88 á 100 e laticínios como o leite e queijo chegam a 80 o seu valor biológico, e que também seriam essas, outras fontes de proteínas indicas para consumo;

Outro fator importante da Whey Protein, é a alta concentração de Glutamina e BCAA, e com um relevante a mais, já que comparando grama a grama a Whey Protein com outras fontes de proteína, ela é a que fornece mais aminoácidos essenciais para o corpo, sem a adição de colesterol e gordura.

Tipos de Whey Protein:

Como a Whey Protein é extraída do soro leite, o teor de água ainda é muito grande, chegando a representar 93 a 95% do que foi retirado e apenas 0,7 a 1,2% de proteínas, um valor muito baixo ainda. Para isso é necessário passar pelo processo de microfiltração e ultrafiltração através de precipitação por ácidos ou bases, com troca iônica ou separação por membranas, resultando em uma maior concentração de proteínas. O que vai resultar em 3 tipos de Whey Protein:

Whey Protein Concentrada:  Uma opção mais em conta financeiramente falando, já que o custo para elaboração dessa Whey é mais barato, pois ela passa apenas pelo processo leve de filtragem, citados anteriormente como Microfiltração e Ultrafiltração. Resultando em 70 a 80% de proteínas e dividindo o resto entre carboidratos e gorduras. Ainda sim essas Whey Protein contém grande quantidades de BCCAs, glutaminas além de a maior parte das frações peptídicas serem mantidas. Essas partículas são responsáveis por muitas funções do nosso organismo e melhoram nossa imunidade já que possuem ações antioxidantes.

Whey Protein Isolada: Sua concentração de proteínas é muito maior se comparada a Whey Protein concentrada, pelo fato de passar por um processo de filtragem muito maior e sofrer troca iônica. Resultando em até 95% de proteínas, em algumas marcas de Whey chega a ser zero a quantidade de carboidratos e gordura. Uma ótima opção para quem está em dieta de redução calórica, visando emagrecer ou definir.

Whey Protein Hidrolisada:  Além de passar por uma filtragem minucioso, esse tipo de Whey Protein passa por um processo conhecido como hidrólise, onde é feita a quebra das cadeias proteicas em fragmentos menores de peptídeos. O que facilita e torna ainda mais rápido a absorção desse  tipo de Whey Protein pelo organismo.

 

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Efeitos e Benefícios da Whey Protein:

  • Promove maior retenção de nitrogênio (fator de crescimento muscular).
  • A Whey também possui ação antioxidante, fortalece o sistema imunológico e reduz sintomas de overtraining.
  • E outro fator que é essencial na Whey Protein, é sua rápida absorção, e acho isso de fundamental importância para quem faz uso dessa proteína para hipertrofia na musculação. Pois logo após o treino, abrimos o que é chamada de “janela de oportunidades” onde o músculo está mais receptivo a nutrientes, proporcionando um alto grau de absorção de proteína, aminoácidos… Garantindo com isso um perfeito ambiente anabólico, já que ela por si só, já aumenta a síntese proteica, e imagine depois de um treino intenso.
Como tomar a Whey Protein:

Na minha opinião, depois do treino, outro horário mais indicado para se tomar a Whey Protein, é quando acordamos, já que passamos um grande período de tempo sem se alimentar, e o catabolismo é certo, então nada melhor do que a Whey Protein e sua rápida absorção.

Para hipertrofia, sempre acho o mais indicado, tomar a Whey no pós-treino junto com a dextrose, já que o carboidrato ajuda no transporte de nutrientes para dentro das células, sejam as proteínas, Creatina,BCAAS e GLUTAMINA. Graças ao pico de insulina causado pelo alto índice glicêmico desse carboidrato.

Então seja simples na hora de preparar o seu shake, misture dentro dele com 200 ml de água, 30 a 40 gr de Whey Protein com  maltodextrina/ dextrose (visitando os artigos eu informo a quantidade a ser colocada desses 2 suplementos para não cometer erros). Caso esteja tomando Creatina, misture nesse shake citado no pós treino.

Whey Protein engorda ou emagrece?

E pra quem acha que a Whey Protein é usada apenas para dietas de ganhos musculares, engana-se, porque ela é indicada também para quem quer emagrecer, sem perder massa magra. Pois ajuda a controlar os níveis de açúcar no sangue, saciando a fome mais rápida do que outras proteínas. Mas se não tiver controle, a Whey pode engordar.

 

Agradecemos sempre as sugestões e estamos à disposição para tirar qualquer dúvida.

 

 

BOM TREINO À TODOS MAROMBEIROS.

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Tire a roupa e vá treinar! Isso mesmo

Malhar nu vira moda no exterior

homem nu yoga (Foto: Getty Images)Naked Yoga é moda em Nova York (Getty Images)

Já se imaginou treinando pelado? A ideia pode parecer estranha demais para ser verdade, mas já vem acontecendo no hemisfério norte há algum tempo. E não é só em clubes de nudismos. As “naked” (nu em inglês) aulas estão se espalhando por vários lugares. O que no passado passou pelanatação, recentemente chegou ao crossfit e se estabeleceu no yoga.

Nos Estados Unidos, antes do anos 60, a exigência de nadar sem sunga era baseada na funcionalidade e higiene. O tecido dasroupas de banho da época prejudicava o sistema de filtro e a exposição do corpo permitia que pequenos machucados pudessem ser percebidos, o que evitava atransmissão de doenças de pele. Com a evolução dos tecidos e dos produtos dehigienização da água, a moda “peladona” dentro da água ficou no passado. Mas parece querer voltar.

Na Dinamarca, no norte europeu, a aula de “naked crossfit” foi lançada como uma piada de 1º de abril pela academia Spartan Mentality, mas a grande procura levou os donos a realmente lançarem a nova modalidade, que não durou muito por causa do grande assédio da mídia.

Menos conservadora, Nova York já estabeleceu a nova tendência, pelo menos no mundo dayoga. O estúdio Bold & Naked, estabelecido há sete anos, decidiu oferecer aulas sem roupa e adivinha? Sucesso total.

Embora nudez e sexo estejam relacionados na maioria das vezes, os praticantes defendem um ponto de vista bem mais profundo. O porquê da nudez segundo o blog do estúdio é “estar confortável e confiante na sua própria pele. É saber aceitar e amar você mesmo”.

A intensão não é sexual, mas é inevitável pensar que, com tanta gente nua, não ocorra algum incidente involuntário. Por isso, antes que os iniciantes questionem o que fazer, o FAQ do site já adianta:

“E se eu tiver uma ereção? Isso raramente acontece, mas se acontecer está tudo bem, não é motivo para se envergonhar. Ereções acontecem por vários motivos e não são limitadas àatração sexual. O yoga movimenta muita energia no corpo e, às vezes, a ereção pode ocorrer. Mas assim que você começar a se mover, não há como uma ereção ser mantida, por causa da natureza física do Vinyasa Yoga.”

montagem eu atleta nu (Foto: Getty Images)E se a moda de treinar nu pega no Brasil, você adere? (Foto: Getty Images)

Independentemente do seu autocontrole e da sua autoconfiança para ficar confortavelmentenu em posições diversas, algumas questões vem à tona quando o assunto é treinar sem roupa. É higiênico? Como fica a proteção da pele? Aumenta o risco de contrair doenças de pele? Quais contaminações podem afetar as partes íntimas com mais facilidade?

Correr descalço pode não causar lesões, mas sem top causa dores nas mulheres com seiosde médio a grande. Para os homens, vale a mesma regra. As partes íntimas precisam de certasustentação. A musculação também não é muito indicada. Já imaginou a quantidade demicoses e fungos que é possível adquirir sentando em um aparelho com o suor de outra pessoa? No spinning, além de um selim muito confortável, ele precisaria ser pessoal por questões higiênicas. Por outro lado, a natação e o surfe, por exemplo, não parecem perigosos. Porém, seria preciso uma praia particular ou nudista para o segundo exercício. E o yoga, desde que cada um leve seu próprio tapete e saiba se concentrar nos exercícios, também não deve ser um problema.

E aí, se a moda pega no Brasil você adere?

 

 

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Inmetro Testa Marcas de Whey Protein

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Para esse teste foram analisadas 15 marcas de whey protein concentrado, que é a versão mais consumida desse suplemento: 14 foram reprovadas.

Atenção, consumidor! Principalmente você que frequenta academia! O Inmetro testou os suplementos alimentares à base de proteína mais consumidos por quem é atleta ou pega pesado na malhação. Será que eles são confiáveis?

Na academia, onde tem gente puxando ferro, está aquela garrafinha cheia de whey protein!

“Whey protein é um suplemento derivado do soro do leite. E ali no soro do leite você tem uma grande quantidade de proteínas, aminoácidos diversos. Os anabolizantes são produtos derivados de hormônios sintéticos. Ou seja, da testosterona, do hormônio masculino”, destaca a nutricionista Monica Dalmacio.

O Fantástico foi saber se esses suplementos têm mesmo proteína com o teste do Inmetro.

“Houve um grande aumento no consumo desse produto. Além disso, algumas denúncias foram sinalizadas por parte de alguns distribuidores e com isso houve um grande número de pedidos para nós do Inmetro que fizéssemos a análise dos suplementos proteicos”, diz o analista executivo do Inmetro Walace Cestari.

No mercado existem diversos tipos diferentes de whey protein. Mas para esse teste foram analisadas 15 marcas de whey protein concentrado, que é a versão mais consumida desse suplemento.

São elas: EAS, Body Action, Probiótica, Integral Médica, STN Steel Nutrition, Solaris, Voxx, Dynamic lab, Maxx Titanium, DNA, Universal, Met-Rx, Sportpharma, New Millen e Nature’s Best.

Confira o relatório completo do Inmetro aqui!

Para ser considerado whey protein, o produto deve apresentar, no mínimo, 10 gramas de proteína por porção. O primeiro teste avaliou justamente isso. E todas as marcas foram aprovadas.

Uma coisa é ter o mínimo de proteína. Outra coisa é apresentar a quantidade de proteína escrita no rótulo. Nesse segundo teste, duas marcas foram reprovadas por terem quase 30% menos proteínas do que o anunciado: a Solaris e a Voxx.

O terceiro teste constatou que todos os whey protein concentrados têm carboidratos na composição. Mas das 15 marcas, 11 tinham quantidades bem diferentes do que estava no rótulo.

No caso da Voxx, essa diferença era de 300%. Ou seja, quatro vezes mais do que o anunciado.

Vamos para mais um teste: o da origem da proteína. Por ser derivada do soro do leite, em tese, a proteína deveria ser de origem animal. O whey da marca DNA também tinha proteínas do trigo e da soja.

“Economicamente ela teria um valor menor, então também o consumidor está sendo lesado.”, destaca Valnei Cunha.

“Foi adicionada proteína da soja, esse produto foi fraudado. Eu não posso utilizar um suplemento de origem vegetal e dizer que esse suplemento é a proteína do soro do leite. Você vai pagar gato por lebre”, diz a nutricionista Monica Dalmacio.

Foram encontradas, ainda, substâncias não declaradas nas fórmulas dos whey protein.
Em cinco marcas havia cafeína: EAS, Probiótica, STN, Maxx Titanium e Sportpharma.

No teste para ver se os rótulos estavam corretos, 11 marcas foram reprovadas. Resultado final: um fiasco: 14 das 15 marcas foram reprovadas.

As respostas dos fabricantes foram as mais diversas.

Sobre a rotulagem:
EAS, Body Action, Integral Médica, Dynamic Lab, DNA, Universal, Sportpharma, New Millen e Nature’s Best disseram que já corrigiram ou vão corrigir os erros.

A Maxx Titanium e a STN Nutrition não se explicaram sobre os problemas detectados. Assim como a DNA, a única que apresentou proteína que não era do soro do leite.

Em relação à presença de cafeína, todos os reprovados nesse quesito se justificaram alegando que a cafeína veio do cacau usado como matéria-prima do whey protein.

Sobre as diferenças na quantidade de proteína e de carboidrato, a EAS, a Probiótica, a Integral Médica, a STN, a Universal e a Sportpharma questionaram a metodologia usada pelo Inmetro.

A Solaris também questionou, mas disse que recolheu o lote testado.

A New Millen disse que não vê problema no fato do whey protein ter carboidrato acima da margem de erro de 20%.

Já a Voxx, que tinha 300% mais de carboidrato no whey e quase 30% menos proteína, discordou dos resultados.

E a Nature’s Best disse que vai se adequar às normas do produto.

E atenção, consumidor, para o alerta dos nutricionistas!

“O whey protein ele é um produto pra quem é praticante de atividade física de pelo menos intensidade muito grande. Se você começar a utilizar grandes doses por períodos prolongados, isso é uma sobrecarga para o rim e para o fígado muito grande. Posso vir a ter um problema no fígado e um problema renal grave”, destaca a nutricionista.

 

 

 

wheyprotein

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Matéria Exibida pelo Fantastico dia 24/08/2014

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Alimentos para comer antes e depois do Treino

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Uma dúvida comum de muitas pessoas que treinam é o que se deve comer antes e depois dos treinos. Veja algumas opções para ter uma alimentação balanceada que ajude em suas atividades.

Ingerir os alimentos certos antes e depois de treinar pode potencializar suas atividades e fazer com que gaste mais calorias, bem como ganhe mais massa muscular. Tem gente que vive na academia, mas não consegue o corpo ideal, mas se esquece de ingerir os alimentos certos na hora certa. Por isso é importante ficar atento para garantir uma alimentação saudável não somente no dia a dia, mas antes e depois de treinar.

Veja os alimentos que podem te ajudar em cada momento e deixe sua alimentação balanceada:

O que comer antes do treino

A refeição pré-treino tem como principal objetivo melhorar sua disposição para fazer os exercícios, bem como evitar que fique muito fadigado, dando mais força para treinar e melhorar seu desempenho.

Para isso, a ideia é abusar de carboidratos complexos, como salada de frutas, arroz integral, batata doce, açaí com grãos (pode ser linhaça, aveia, granola ou quinoa real) e iogurte. Opte ainda por cereais, torradas, frios magros, compostos de proteína em pó e bebida à base de soja.

Algumas sugestões de boas refeições para antes do treino são banana com mel; água de coco com sanduíche de peito de peru ou queijo magro; ou um pedaço de bolo simples (sem cobertura ou recheio)

Lembre-se ainda de investir na hidratação, então até quatro horas antes de ir treinar, tome 400 ml de água e depois de uma a duas horas antes, mais 250 ml.

O que comer depois do treino

Depois do treino, os alimentos têm como objetivo repor a energia que você gastou, sendo que o mais indicado para ingerir logo depois de praticar suas atividades físicas é um carboidrato de fácil absorção, como uma bebida esportiva, água de coco ou frutas.

Para manter os músculos, a indicação é não abrir mão das proteínas, sendo boas opções comer peixe, iogurte, frango orgânico, mussarela de búfala,quinoa real e blanquet de peru.

O ômega 3 também é um ótimo aliado para alimentos pós-treino, podendo estar presente em peixes diversos, como tilápia, sardinha e salmão; castanhas, avelãs, nozes, linhaça dourada triturada, ovo caipira e gergelim branco e preto.

Algumas ideias para comer depois do treino são sanduíche de queijo magro ou peito de peru, que pode ser substituído por uma tapioca também; uma fruta com iogurte e aveia; ou um shake de proteínas com alguma fruta.

Cuidado com a ingestão de gorduras ou alimentos muito pesados, pois o organismo precisará recuperar energia e vai absorver tudo.

Lembre-se de variar o cardápio para não enjoar e ficar sem se alimentar corretamente, comprometendo seu treino.

É importante lembrar que você deve sempre manter uma alimentação equilibrada rotineiramente e o acompanhamento de um profissional para manter uma dieta de acordo com cada tipo de treino também é essencial. Assim você consegue o corpo desejado mais rápido e de maneira saudável.

Este artigo foi produzido por Jeniffer Elaina, colaboradora do blog  Planodesaudenota10

 

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Musculação e MMA

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 Por Julianne Cerasoli

Já há algum tempo as academias se tornaram mais do que locais para se ‘puxar ferro’. De uns tempos para cá, cada vez mais sacos de pancada e tatames passaram a dividir espaço com aparelhos, barras, halteres e anilhas. Mas será que dá para dividir a rotina na musculação com os treinos de lutas e manter o corpo gigante e trincado?

Os lutadores de MMA, ou artes marciais mistas, geralmente não se destacam pelo volume ou tônus musculares. São ágeis e explosivos, mas não necessariamente musculosos, algo que varia entre as categorias e tipos físicos. Isso porque o treinamento voltado à luta não visa a hipertrofia, qualidade que em nada ajuda na hora de entrar no ringue.
Não que a musculação esteja fora da rotina dos campeões. Muito pelo contrário. “Lutas são classificadas como modalidades de caráter intermitente. Nessas modalidades, as capacidades biomotoras consideradas como determinantes para o desempenho são a força e a potência. Nesse sentido, a musculação, mais cientificamente denominada como treinamento de força, com pesos, ou resistido, é reportada na literatura como um dos métodos mais eficientes para o desenvolvimento dessas capacidades”, explica Bernardo Neme Ide, mestre e doutorando em Biodinâmica do Movimento Humano e professor do curso de pós-graduação em bioquímica, fisiologia, nutrição e treinamento esportivo da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas).
A hipertrofia, no entanto, não aparece entre essas capacidades fundamentais para quem leva a sério o treino nos tatames e ringues. Mas se o objetivo não é conquistar nenhum cinturão, o trabalho mais pesado na sala de musculação não deve interferir negativamente. E dizemos “deve” porque ainda não há estudos conclusivos na área.
“Na literatura, o prejuízo a uma capacidade, ou adaptação, induzido por outros treinamentos, é denominado treinamento concorrente. As pesquisas não apontam uma posição muito bem consolidada sobre o assunto, uma vez que a concorrência estaria na dependência de variáveis do treino como volume e intensidade, ou seja, depende de como será o treinamento de luta”, explica Ide. “Se esse treino for extremamente intenso e volumoso, haveria um possível prejuízo. Caso contrário, não. A literatura reporta muitos experimentos realizados com o treinamento de força e o treinamento de endurance (resistência). Com lutas ainda não há experimentos, e é uma dúvida que tenho. Talvez façamos esse experimento futuramente.”
Como tudo na vida, é uma questão de prioridades. Como a hipertrofia não é uma das capacidades que ajudam na hora do combate, ela não é enfatizada caso o treino vise a preparação de um lutador. Isso vai fazer com que ele lute bem, mas não tenha um físico de fisiculturista, como vemos entre as estrelas do UFC.
Por outro lado, caso sua ênfase seja em criar músculos, logo o treino sairá um pouco das características do trabalho feito pelos lutadores e você muito provavelmente não terá uma evolução tão grande nos tatames e ringues. Dito isso, o treino não competitivo para ambos os casos não deve ocasionar grandes problemas.
“Os treinamentos físicos possuem uma diversidade infinita de cargas (volumes, intensidades, pausas, etc.) e, consequentemente, de divisão de treinos, que ocorre em função do calendário competitivo e dos objetivos específicos de cada período de treino”, avalia Ide, quando perguntado sobre a interferência de um tipo de treinamento em outro. “Teríamos que saber especificamente qual o conflito queremos evitar. Dentre eles destacamos danos teciduais, depleção de substratos energéticos e síntese de proteínas estruturais do músculo esquelético (hipertrofia muscular).”
A variação dos tipos de treino é feita em função do calendário de competições e diversas técnicas, como treinos de força, resistência, explosão, etc., são utilizadas dentro da periodização para que o lutador desenvolva suas capacidades de maneira integral.
Dá para perceber bem o que o profissional quer dizer quando observamos a rotina de seu atleta, Rafael “Índio” Nunes. O lutador varia bastante as atividades e foge das tradicionais 8 a 12 repetições, com um minuto de descanso. Além disso, não separa seu treino por grupos musculares, como é de praxe quando o foco do treino é na musculação em si.
“Na preparação física de atletas profissionais, não treinamos grupamentos musculares, mas, sim, as capacidades biomotoras. Nos preocupamos com o desenvolvimento da força, potência e resistência, e nesse sentido a resposta é que são todos”, explica Ide.

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Matéria publicada na SuperTreino ed. 55

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